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Meu Perfil BRASIL, Nordeste, RECIFE, Homem, de 20 a 25 anos, Portuguese, Arte e cultura, Livros MSN -
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historietas
Conto Que Não Conto Por Menos De Um Conto - Final
Zumbi Autor: Cavalcanti de Albuquerque
(Continuação)
Fomos andando e vi um rapaz que estava parado sem nos perceber com um cigarro na mão. Mas o cheiro nos dava a medida certa de que tipo de cigarro era aquele: maconha. Mas por que esse rapaz fumava na frente de todos, sem medo e sem perceber que estava sendo olhado, condenado. De repente o senhor que estava ao meu lado pegou uma pedra e tacou no rapaz que caiu sangrando. Ninguém foi ajuda-lo, pensei em ir, mas a força que me prendia, não permitia e também tive medo de ajudar e ser recriminado. O rapaz ficou lá sangrando e chorando. Sem ninguém pra ajudar. Foi quando percebi que do rosto do senhor que atirou a pedra caía uma lágrima e notei que entre o senhor e o rapaz tinha uma aparência física enorme.
Pude falar neste momento e perguntei ao senhor:
- Por que choras? Por que atiraste a pedra naquele rapaz?
O senhor contendo as lágrimas disse-me secamente:
- É meu filho aquele rapaz… está fora do padrão…
Não consegui mais falar por todo o percurso. Passamos por uma mulher muito comentada na redondeza. Era D. Rosinha. Viúva, humilhada e adúltera. Todos a conheciam por adúltera. Traiu o marido que teve um ataque do coração e morreu na hora da descoberta. Ela, como o rapaz maconheiro, não estava no meio da multidão. Quem atirou a primeira pedra foi Vanessa, minha amante. Os outros a seguiram assim como eu. Ela caiu sangrando e gemendo de dor. Ao andar mais um pouco, pude ver o rapaz, amante da adúltera no meio da multidão. Não posso dizer se ele também atirou uma pedra, pois não vi. Não entendi por que a adúltera era excluída e massacrada enquanto o rapaz não sofria nenhuma recriminação. Talvez… não, não existe talvez; apenas reticências…
Fomos andando e ainda atiramos pedra num bêbado, num gay, numa mãe solteira, num jogador de bingo, numa prostituta, num negro, nuns drogados, num roqueiro e num desempregado. Não sabia o motivo das pedradas, mas também não queria me opor. Neste momento olhei as horas no meu relógio de ouro e constatei que já era 8h e 15m; estava atrasado na empresa. A empresa de telecomunicações aonde trabalhava fica no Av. Prof.Agamenon Magalhães e pelo caminho que estava seguindo ia de encontro a outro ponto. Neste momento pensei na bronca que iria receber do meu patrão. Homem áspero, prepotente e mesquinho. Convivia com esse tipo de gente diariamente. Foi quando levantei os olhos do relógio e passei uma olhadela em redor de mim e além, vi meu patrão também andando no meio da multidão. Estava alienado como os outros. Ele olhou-me e acenou com um sorriso; recriminando-me com os olhos pelo atraso. Agora já não podia mais inventar uma história que o carro quebrou ou o pneu furou ou minha mãe estava doente. Não existia desculpa para o atraso.
As pedras tiraram de minha mente outro pressentimento que tive; o que tinha em mente e foi diluído pelas pedradas aos excluídos foi que talvez estivéssemos numa caminhada pela paz. Já estava me perguntando o que é paz? Como obtê-la? Para mim paz até agora era apenas um nome sem fundamento prático e humano… assim como a palavra Deus, pois por muito tempo em minha cabeça esse nome esteve relacionado a algo como o castigo, graças a minha avó que sempre me dizia: “Se me desobedecer, Deus vai castigar” durante muito tempo acreditei que Deus fosse primo ou o próprio Bicho-Papão. Hoje sei que não, mas não sei quem é ele, de quem é primo, filho ou irmão. Então quando as pedras foram atiradas esse pressentimento foi por completo jogado ao léu.
Acordei de sobressalto. Pulei da cama pingando em suor e ardendo em febre. Era um sonho, ou melhor, um pesadelo o que havia presenciado. Minha mãe estava ao meu lado e fora ela quem me acordara. Disse que gemia muito, quase que agonizando. Exagero de mãe, pensei. Não tinha condições de ir trabalhar. Peguei no telefone e liguei pra empresa; meu chefe irritadiço como sempre e mais ainda por ser uma segunda feira já estava a minha procura quando o telefonei. Depois de muitas explicações pude dizer que não iria trabalhar, pois estava com febre no qual ele me respondeu com uma negativa pretextando que uma febre não podia parar o andamento dos negócios. Consenti, me levantei, vesti a minha melhor roupa e calcei meus melhores sapatos. Porém antes, tomei um banho e fiz a barba. Tomei meu café com frutas e um pão. Peguei as chaves do carro e saí. Quando já estava abrindo o portão tive uma vertigem, uma pontada de dor na cabeça. Talvez fosse o pesadelo dizendo-me que eu não tinha consciência do que estava fazendo…
QUEM LÊ, COMENTA
Escrito por Cavalcanti de Albuquerque às 16h43
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Conto Que Não Conto Por Menos De Um Conto
Zumbi Autor: Cavalcanti de Albuquerque
(Continuação)
Nesse momento passou Vanessa, a mulher dos meus olhos. Acompanhada do marido e filho. Andavam no meio dos outros. Seguiam com sua desconfiança e sem remorsos. Eu e Vanessa vivíamos um caso de amor tórrido. O marido desconfiava, mas era apenas desconfiança. Enquanto eles passavam por mim, vi em seus olhos que dissimulava enquanto o marido a olhava pelo canto dos olhos possivelmente esperando algum olhar dela para mim. Acredito que se ela tivesse dado uma olhadela para mim, ele só a recriminaria em casa por estar na frente de estranhos, recatado e educado o corno.
Eles seguiram o caminho me deixando para trás. O caminho eu não sabia onde ia dar. Talvez nem eles soubessem por que andavam como que alienados. Passou o Juquinha meu amigo advogado; a Juarez colega cabeleireiro; o Antonio, amigo empreendedor; Roberto um conhecido, vendedor. Passaram mais e mais amigos e colegas e conhecidos. Uns perguntavam se estava tudo bem e seguiam, outros apenas sorriam dedicando-me bom dia.
Havia pouco negros. Só uns que tinham posição social de prestígio. Como um deputado, um assessor e um médico, todos amigos meus. Os outros não estavam lá. A rua tinha muitos negros, mas não se encontravam na multidão ou tinham passado e não os vi. Os negros também estavam vestidos como os outros.
Passado alguns instantes tive outro pressentimento. Era o dia do juízo final. Desesperei-me; desejei a mulher do próximo, matei muita gente com palavras ásperas, roubei quando adolescente um toca-fitas de um carro para vender e fazer uma festa com os amigos, falei o santo nome de Deus em vão por diversas vezes, não freqüentava missa regularmente, não era caridoso, tinha pensamentos pecaminosos, não me casei, não tive filhos e não era católico de batismo, de crisma, de comunhão e de todas as outras provações obrigatórias. Provavelmente minha sentença seria o inferno. Mas talvez teria uma salvação, pois o que os olhos não vêem o coração não sente… será que era assim com o divino?
De repente, foi puxado por uma força descomunal que me fez entrar na multidão e seguir caminho. Nesse momento meus pensamentos não existiam mais. Só pensava no que ia fazer hoje no trabalho, o que de lucro poderia ter pra mim e para empresa. Fomos andando. Estavam do meu lado uma senhora aposentada e um professor. Tentei falar com eles, porém em vão. Minha boca estava fechada, lacrada. Não conseguia organizar as idéias, fundamentar os pensamentos. Apenas andava e olhava.
Possivelmente os primeiros da multidão já tinham acabado o percurso pela Av. Eng. Domingues Ferreira e dobrado na Av. Herculano Bandeira. Mas eu ainda estava no começo dela. Sentia-me como não pisasse no chão. Flutuava pode-se dizer. O chão era o mesmo de todo dia. As casas eram as mesmas, as árvores estavam no mesmo lugar. Tudo era o mesmo a não ser as pessoas. Porém neste momento vi que as pessoas também eram as mesmas, sem diferenças.
(Continua Amanhã)
QUEM LÊ, COMENTA!!!!
Escrito por Cavalcanti de Albuquerque às 12h35
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Conto Que Não Conto Por Menos De Um Conto - 1ª Parte
Zumbi Autor: Cavalcanti de Albuquerque
Neste dia acordei-me a seis horas. Não havia nada de anormal, já que me acordava diariamente às seis horas para ir trabalhar. Vesti minha melhor roupa e pus meus melhores sapatos, algo bem nazista. Porém antes, como os outros dias, tomei uma ducha e fiz a barba. Escovei os dentes, tomei meu café com frutas, um pão e saí. O que de estranho havia era que eu não tinha consciência do que estava fazendo. Como se estivesse dopado ou controlado por um controle remoto. Parecia, mais uma máquina que um homem. As respostas eram as mesmas do outro dia e a ação também. Quando saí pelo portão de minha residência pude ver uma multidão. Cem pessoas, talvez duzentas ou até mesmo mil. Estava indisposto para contar, que havia muita gente é certo. Homens, mulheres, crianças, velhos, bebês e até animais. Estavam todos andando em linha reta. Sem desvios ou pretensões. Estavam todos idênticos e silenciosos. Os homens estavam com o mesmo corte de cabelo, salvo alguns que não tinham corte algum em razão do péssimo estado destes. A barba feita; a camisa de botão engomada, calça social-esportiva. Sapatos bico fino ou, raro, camurça. Maletas pretas, cintos combinando com os sapatos, camisas e calças com tons e sobre-tons, alguns com óculos de grau, por serem míopes ou amostrados, outros com óculos escuros, estilo Matrix. As mulheres cabelos abaixo do ombro em forma de V; brincos nem muito grande nem muito pequeno, porém de ouro, prata ou bronze. Batom, blache, sombra, delineadores; estavam iguais. Não cores fortes que é vulgar, mas uma cor leve, despercebidamente percebida. Cordão de ouro com uma pedrinha no meio. Camisas decotadas, porém sérias. Calças ou saias justas. Sapatos ou sandálias pretas ou beges. Os idosos com calças velhas, camisas velhas, bengalas velhas, óculos velhos, boina velhas e vontade velha. Cansados, porém andando que nem os outros. As crianças vinham andando aos lados dos pais, tios ou avós. Estavam vestidos com a farda do colégio e com lancheiras nas mãos. Provavelmente deveria conter uma maçã, ou um sanduíche com queijo e presunto e um suco de laranja ou um refrigerante. Os bebês vinham no colo das babás ou empregadas domésticas. Os animais se resumiram aos cachorros. Só cachorros que são domesticados e que tem raça; poodle que são bonitos e mansos. Os ferozes ficam em casa dando proteção e sujeira. Somos todos nazistas, pensei novamente. Todos os humanos eram idênticos apenas diferenciando nas cores das roupas assim como os animais. Antes que eles chegassem a mim, notei que eu estava vestido exatamente como eles. Até a maleta que não era preciso, eu usava. Fiquei olhando pra mim e pra eles continuamente até que eles chegaram a meu encontro e não parando iam desejando: - Bom dia! - Bom dia! - Bom dia! Os que me conheciam perguntavam se estava tudo bem, mas saíam com sua calma apressada, sem esperar resposta. Realmente havia alguns conhecidos como o meu vizinho de casa que estava no meio de todos. A multidão estava tão bem organizada que num momento eu pensei que estivesse acontecendo uma guerra. Guerra já estamos vivendo, porém não dita, não aceita, não gritada, guerra biológica, silenciosa como uma partícula minúscula de Mendel. Será que o governo decretou guerra a algum país? A Argentina? O Chile? O Paraguai novamente? A Colômbia? Deus nos perdoe se for os Estados Unidos e seus terroristas! A Argentina está decadente e uma guerra agora só iria trazer problemas pra eles, já estavam perdidos; o Chile de tão pequeno não faz medo nem ao Suriname; o Paraguai é provável afim de uma vingança; a Colômbia e seus traficantes já tinham problemas demais com os EUA; e os Estados Unidos já são donos do Brasil, não tinham tempo há perder conosco. Entretanto, mesmo vendo que as pessoas estavam andando em marcha como no exército, não estavam fardados com uniforme preto e verde militar. Estavam como todos dias. Então minha idéia bélica foi tragada pela sanidade. Mas o que estava acontecendo? O que fazia aqueles senhores ocupados e mulheres respeitáveis a andar que nem zumbis em plena Av. Eng. Domingues Ferreira? E os automóveis onde estavam que não os via?
(Continua Amanhã)
Escrito por Cavalcanti de Albuquerque às 10h14
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Chora Que O Santo É De Barro!!!
Esse texto é de Bernardo Rodrigues, de vinte e dois anos
Carta a papai Noel
Querido Papai Noel,
Desculpa eu escrever tão devagar é que eu tenho nove anos mas ainda não sei escrever dereito nem meu nome que é muito complicado. Você sabe como é que é aqui agente não temos escola pra todo mundo e fica todo mundo quinem eu. Eu sei que o senhor tem muita carta pra ler e que todo mundo escreve carta pro senhor aí eu resolvi escrever de uma vez pro senhor não ter desculpa depois que tá muito ocupado quinem meu pai todo ano fala. Mais eu queria era fazer essa carta pra falar com o senhor o que eu quero ganhar de Natal. Se não for muinto defício pro senhor eu queria quatro presentes deferentes. O primeiro é um papagaio. Uma vez falei com meu pai que queria um papagaio e ele me deu um, só que o que ele me deu era de papel igual pipa. Eu quero é um daquele verde que paresse uma maritaca e fala um monte de coisa. O Esquerdinha amigo meu ele faz muinta coisa errada mais é do bem e é bom de bola. Aí ele falou que eu não poço ganhar papagaio porque eu sou gago esqueci de falar isso com o senhor mas ele falou que eu sou gago e que gago não pode ter papagaio sinão o papagaio gageja também. Eu acho bobice do Esquerdinha porque o papagaio custa caro e deve ter estudado em escola particular e menino de escola particular não gageja. E si ele vier com defeito aí eu peço pra trocar. Mais como o senhor é que vai trazer eu confio no senhor. O senhor já ta velhinho mas é de confiança deferente dos político daqui. Intão eu queria ganhar um papagaio e uma chutera nova. Agora a chutera eu queria o pé direito número 34 e o esquerdo numero 30 porque eu quero devidir com o Isquerdinha meu amigo porque ele não tem chutera e ainda joga bem pra caramba. Ele chuta de perna isquerda aí pode ser asim. Um papagaio uma chutera e uma camionete. Eu quiria dar uma caminonete pra minha mãe pra ela poder carrega as roupa que ela lava sem ficar com dor nas costa. Mina mãe tem poblema sério de coluna aí eu queria mesmo é que ela sarace mas eu sei que o sinhor não é médico nem pai de santo e que o problema da minha mãe é sério. Mas a caminhonete eu acho que ajuda ela um pouco. O outro presente eu queria sarar da minha gagera. Eu vi na televisão que tem um médico que sara gago. Eu queria ganhar um médico desse de presente. Não cei se o senhor dá médico de presenti mas acho que pode ser um presente ispessial. Nem precisa imbrulhar porque senão o médico morre asfiquiciado quinem o policial falou do meu irmão quando mataram ele. Eu quero sarar da gagera pra todo mundo parar de rir de mim e o papagaio não ficar gago mas eu acho que não tem nada a ver é coisa do Esquerdinha que ta com inveja eu acho. E também eu poço falar bonito pra minha professora gostar de mim. Ela é nova e é bonita pra caramba e eu queria cazar com ela pra ela poder me ensenar escrever dereito e mas depressa. Obrigado pela atensão espero que o senhor esteje bem sua mãe es seus parentes. Manda um abraço pros viadinho que carrega sua carroça. Um ispecial praquele que ta gripado. Ele já sarou?
Um abraço.
Maicodiéquisso dos Santos da Silva
Escrito por Cavalcanti de Albuquerque às 09h02
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Conhecendo O Conhecido
O Bicho Autor: Manuel Bandeira
Vi ontem um bicho Na imundície do pátio Catando comida entre os detritos.
Quando achava alguma coisa, Não examinava nem cheirava: Engolia com voracidade.
O bicho não era um cão, Não era um gato, Não era um rato.
O bicho, meu Deus, era um homem.
E Depois de Amanhã(Quinta-feira) O novo: Conto Que Não Conto Por Menos De Um Conto
Escrito por Cavalcanti de Albuquerque às 10h12
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{Entre Parêntesis}
Não percam Quinta -Feira , 15 o mais novo Conto Que Não Conto Por Menos De Um Conto...Amanhã já estaremos dizendo qual o título... Enquanto isso:http://cavalcantidealbuquerque.sites.uol.com.br/infidelidade.html
Escrito por Cavalcanti de Albuquerque às 09h26
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Cronicamente Morto
Em homenagem a minha mãe virtual que me pediu que colocasse o Macaco Simão:
Buemba! Cida pelada é homicida!
Buemba! Buemba! Macaco Simão urgente! O braço armado da gandaia nacional. Direto da República da Língua Plesa! SOCORRO! Salve-se quem puder! Todos para o abrigo! Ecos do "BBB"! A violência continua: depois de assaltarem a gramática, assassinarem a língua portuguesa e estuprarem o "Aurélio", a Cida quer posar pelada! Pior, o pai diz que é a favor. O pai pode ser a favor, mas o mundo é contra! A Cida pelada é homicida! E eu já sei o que ela vai fazer com os 500 mil: posar nua pra "Playboy" e comprar a edição inteira! E já estão usando tantos truques naquelas fotos que a "Playboy" virou obra de ficção! E quem fotografar a Cida pelada para a "Playboy" é um PLAYCIDA! E vamos lançar a campanha patriótica: Cida Vestida! Rarará! E estou adorando essa polêmica do enriquecimento de urânio. A única coisa que tá enriquecendo no Brasil é urânio. Eu vou virar urânio. E diz que o Lula é a favor de investigar todo enriquecimento: do Silveirinha, do Maluf, do Waldomiro, menos do urânio. Rarará! E o Bush acha que todo urânio que não for enriquecido por ele é ilícito! Buemba 2! Acredite se quiser! O Zeca Pagodinho foi proibido de beber: inchaço do fígado! Foi a Brahma. Zeca Pagodinho de fígado inchado? Praga da Schin! E agora quem vai pagar a conta do médico? A Brahma ou a Schin? Rarará. É mole? É mole, mas sobe! Buemba 3! Adorei a foto do Waldomiro no supermercado. Eu acho que ele estava comprando bacalhau ilícito. E ainda deu 1% pra menina do caixa pra deixar ele passar na frente! E um antipetista roxo me passou a seguinte frase: "Se errar é humano, esse é o mais humano de todos os presidentes". E adorei a charge do Sandro com dois políticos: "Você foi à missa do Lava-Pés aqui em Brasília?". "Não, fui à missa do Molha-Mãos." Rarará. Antitucanês Reloaded, a Missão. Continuo com a minha cruzada patriótica Morte ao Tucanês. Acabo de receber mais dois exemplos irados de antitucanês. É que em Lisboa tem uma casa para idosos chamada Casa de Repouso Haja Deus! E em Bauru tem uma propaganda hilária de salão de beleza: "Seu marido acordou com a macaca? Venha se depilar na Menina Bonita". Rarará! Mais direto impossível. Viva o antitucanês. Viva o Brasil! E atenção! Cartilha do Lula. Mais dois verbetes pro óbvio lulante: "Botocuda": companheira que botou botox na boca. "Suspeito": companheira que botou silicone no peito pelo SUS! Rarará! Nóis sofre, mas nóis goza. Hoje só amanhã! Que eu vou pingar o meu colírio alucinógeno! Nos ovos! De Páscoa, claro!
Escrito por Cavalcanti de Albuquerque às 13h05
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